NO HIPERTIREOIDISMO OS PACIENTES IDOSOS PODEM APRESENTAR POUCOS SINTOMAS

Pacientes idosos comtireóide hiperativa, mostram menos sintomas do que os pacientes com 60 anos ou menos. Pacientes mais idosos, clinicamente podem apresentar um limiar menor para apresentar sintomas das alterações das funções tireoidianas no hipertireoidismo, principalmente aqueles que apresentam fibrilação atrial, perda de peso, ou respiração curta.

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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: O HIPERTIREOIDISMO ENDÓGENO (PRODUZIDO PELO PRÓPRIO ORGANISMO), COM PRESENÇA DE TSH SUBNORMAL APESAR DAS CONCENTRAÇÕES DOS HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (T3 E T4) DENTRO DA FAIXA DE NORMALIDADE NA DOSAGEM DE HORMÔNIOS.

A progressão do HIPERTIREOIDISMO subclínico intenso com um Hipertireoidismo a uma taxa de 5-8% por ano, com causa da doença, demonstrado por exame determinado pela cintilografia (mapeamento por substância radioativa) de tireóide, influenciando significativamente o risco de progressão desta doença que até aqui não era muito bem identificada. O TSH (hormônio tireoestimulante) dosado por método com substância radioativa , tinha pouca sensibilidade em baixas concentrações, exigindo o uso de TRH (hormônio desencadeador produzido em glândula do sistema nervoso central – SNC, que comanda todos os hormônios tireoidianos) , estimulação ou teste de supressão (bloqueio) de T3 (triiodotironina) para diferenciar pacientes com tireóide normal, de indivíduos com Hipertireoidismo bioquimicamente. 
O desenvolvimento de exames sensíveis, TSH (hormônio tireoestimulante) em meados de 1980, facilitou a identificação destes grupos de pacientes e identificou indivíduos com níveis de TSH (hormônio tireoestimulante) subnormal apesar da concentrações dos hormônios tireoidianos dentro da faixa da normalidade, uma entidade bioquímica denominada Hipertireoidismo subclínico. Similar à tireotoxicose (excesso de hormônios tireoidianos), pode ser endógena (produzida pela própria tireóide) resultante de um bócio multinodular (diversos nódulos na tireóide aumentando o diâmetro do pescoço), a doença de Graves subclínico (diversos nódulos na tireóide aumentando o diâmetro do pescoço), nódulos autônomos ou tireoidite (processo inflamatório da tireóide), exógena ou secundária à administração de hormônios da tireóide. As causas secundárias da supressão (bloqueio) do TSH (hormônio tireoestimulante), incluindo doenças da hipófise (glândula produtora de hormônios) e do hipotálamo (região no cérebro que comanda produção de hormônios), da doença não tireoidiana, gravidez e os efeitos da droga que podem afetar a tireóide.A deficiências dos primeiros estudos avaliando a história natural dessa condição, incluíram tamanho da avaliação pequenos, de curto seguimento, sobre pacientes idosos e a incapacidade de excluir aqueles com causas secundárias de supressão(bloqueio) do TSH (hormônio tireoestimulante). 
As diretrizes clínicas relataram indivíduos com TSH muito baixo, para ter maior probabilidade de se beneficiar do tratamento, é recomendada a ponderação da terapia nos pacientes com um TSH suprimido (bloqueado). Este avanço na avaliação e no diagnóstico de pacientes com baixo valor de TSH (hormônio tireoestimulante), tem que ser acompanhado por histórico familiar de doenças tireoidianas, bem como, com avaliação de antecedentes pessoais e exames clínicos (propedêuticos) no paciente, para que se possa dar um diagnóstico mais seguro.
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM: 20611
Dra. Henriqueta V.Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
CRM:28930
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1. O hipertireoidimo subclinico também ocorre depressão …
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2.O hipretireoidismo sub clinico é semelhante ao hipotireoidismo subclinico… 
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3. O hipertireoidismo subclinico pode levar ao emagrecimento exagerado…
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Referências Bibliográficas: 
Belinda J. Schouten, Bevan EW Brownlie; Chris M. Frampton; Turner John G.
Publicado em: 2011/02/06; Clin Endocrinol. 2011, 74 (2) :257-261. © Blackwell Publishing 2011.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: NO HIPERTIREOIDISMO OS PACIENTES IDOSOS PODEM APRESENTAR POUCOS SINTOMAS OU TER UM LIMIAR MENOR PARA APRESENTAR SINTOMAS DAS ALTERAÇÕES DAS FUNÇÕES TIREOIDIANAS.

Pacientes idosos com tireóide hiperativa, mostram menos sintomas do que os pacientes com 60 anos ou menos. Pacientes mais idosos, clinicamente podem apresentar um limiar menor para apresentar sintomas das alterações das funções tireoidianas no hipertireoidismo, principalmente aqueles que apresentam fibrilação atrial, perda de peso, ou respiração curta. Numa observação feita num número grande de pacientes idosos com hipertireoidismo, a maioria dos pacientes não apresentava mais do que 2 sintomas. As observações mostraram que 34.0% dos que apresentavam de 61 anos para mais, apresentavam pelo menos 3 sintomas, comparando-se com 58.2% dos que tinham idades entre 45 a 60 anos, 59.5% do grupo cujas idades variavam de 33 a 44 anos e 55.2% do grupo que apresentava idades entre 16 a 32 anos. Os sintomas incluíam ganho ou perda de peso, intolerância ao calor, tremor, palpitação, aumento da frequência do trânsito intestinal, respiração curta e problemas oculares. A proporção de pacientes que referiu 5 ou mais sintomas subiu de 28.3% para 33.9% dentre os mais jovens, mas foi significativamente menor no grupo com idade de 61 anos que chegou a 14.8%. A proporção de pacientes assintomáticos foi similar nos pacientes mais idosos e nos pacientes mais jovens. Sobretudo, a prevalência da maioria dos sintomas foi menor nos pacientes idosos, exceto a perda de peso e a respiração curta. No entanto, estes resultados não foram ajustados para doenças cardiovasculares e doenças respiratórias. Sobretudo, a prevalência de fibrilação atrial foi de 4.1%, com índices mais altos de 13% nos pacientes que tinham mais de 61 anos.
AUTORES PROSPECTIVOS
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Como Saber Mais:
1. Pacientes idosos com tireóide hiperativa, mostram menos sintomas do que os pacientes com 60 anos ou menos…
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2. Numa observação feita num número grande de pacientes idosos com hipertireoidismo, a maioria dos pacientes não apresentava mais do que 2 sintomas…
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3. A proporção de pacientes assintomáticos foi similar nos pacientes mais idosos e nos pacientes mais jovens…
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Referências Bibliográficas:
NEW YORK – May 12, April 14th in the Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism UK, Dr. J.A. Franklyn and colleagues at the University of Birmingham, UK, J Clin Endocrinol Metab 2010.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: HIPERTIREOIDISMO UMA DOENÇA QUE SE NÃO BEM DIAGNOSTICADA PODE TRAZER SÉRIAS CONSEQUÊNCIAS À SAÚDE, COMPROMETENDO TAMBÉM O SISTEMA CARDIOVASCULAR.

O termo hipertireoidismo é usado para caracterizar a hiperfunção da glândula tireóide e o termo tireotoxicose está relacionado às manifestações clínicas e bioquímicas devido ao excesso do hormônios nos tecidos do organismo, independente da causa. Ela afeta principalmente mulheres entre a 5ª e a 7ª décadas de vida, já pacientes que desenvolvem Doença de Graves, a desenvolvem em torno de 20 a 40 anos de idade. A Doença de Graves é a causa mais comum de tireotoxicidade com cerca de 60 a 80% dos casos, 10 a 30% corresponde ao bócio nodular tóxico, 2 a 10% ao adenoma tóxico e outras tireoidites. Em sua forma mais leve, o hipertireoidismo pode não apresentar sintomas facilmente reconhecíveis ou apenas cursar com sintomas inespecíficos, como sensação de desconforto e fraqueza. Mas o hipertireoidismo pode ser uma doença grave e séria e até mesmo colocar em risco a vida da pessoa. Nos idosos, o quadro clínico pode ser ausente ou leve e se manifesta através de arritmias cardíacas como a fibrilação atrial ou depressão, hipertireoidismo apático. A causa mais comum do hipertireoidismo é uma doença auto-imune (em que o próprio corpo produz anticorpos que “atacam” o órgão) chamada Doença de Graves. Outras causas do hipertireoidismo incluem o bócio multinodular (aumento do volume da glândula que leva a produção excessiva dos hormônios), os tumores da glândula tireóide, da glândula pituitária, dos testículos ou dos ovários, a inflamação da tireóide resultante de uma infecção viral ou outra inflamação, a ingestão de quantidades excessivas de hormônio tireoidiano e a ingestão excessiva de iodo.
Os sinais e sintomas característicos do hipertireoidismo podem ser detectados pelo médico, durante a história clínica e o exame físico. Adicionalmente, exames laboratoriais podem ser utilizados para confirmar o diagnóstico e definir a causa, como os listados abaixo:
TSH (hormônio estimulante da tireóide): o TSH é um hormônio que regula a produção dos hormônios tireoidianos (T3 e T4), quando a produção desses hormônios está alta, o nível de TSH diminui, e quando está baixa, o nível de TSH aumenta para estimular a produção dos hormônios tireoidianos. Um nível sangüíneo baixo do TSH é o melhor indicador de hipertireoidismo. Se o nível de TSH é muito baixo, é importante também checar os níveis de hormônio tireoidiano para confirmar o diagnóstico de hipertireoidismo. T4 livre e T3 livre (são os hormônios tireoidianos ativos): quando o hipertireoidismo se desenvolve, os níveis de T4 e T3 sobem acima dos valores normais.
TSI (imunoglobulina estimulante da tireóide): é uma substância freqüentemente encontrada no sangue quando a Doença de Graves é a causa do hipertireoidismo. Este teste não é solicitado rotineiramente, uma vez que ele raramente interfere nas decisões do tratamento.Os principais sintomas do hipertireoidismo são: intolerância ao calor, fraqueza e cansaço, palpitações, dificuldade respiratória, nervosismo, perda de peso, rouquidão, cabelos finos, queda dos cabelos, unhas finas e quebradiças, sensação de corpo estranho nos olhos, alteração do ciclo menstrual, dificuldade de deglutição.
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Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
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Como Saber Mais:
1. O hipertireoidismo é grave…
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2.Conheça um pouco mais sobre os sintomas do hipertireoidismo… 
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3.O hipertireoidismo pode levar à perda de peso…
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Kisakol,G.,A Kaya et al.Bone and calcium metabolism in subclinical autoimmune hyperthyroidism and hypothyroidism.Endocr J, v.50. Bertoli, A.,A. Fusco, et al.Effect of subclinical hypothyroidism and obesity on whole-body and regional bone mineral content.horm Res, v57, n.3-4. Evered,D.C.,B.J.Ormston,et al.Grades of hypothyreoidism.Br Med J, v.1. Vânia Araújo Andrade, Ana Luiza Maia, Jorge Luiz Gross, Sandra Pinho Silveira – Rotinas Diagnósticas de Endocrinologia.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: HIPERTIREOIDISMO SUB-CLINICO NÃO ESTA ASSOCIADO A UM AUMENTO PROGRESSIVO DA ÁREA CARDÍACA E DESENVOLVIMENTO DE HIPERTROFIA VENTRICULAR ESQUERDA EM INDIVÍDUOS DE MEIA IDADE E IDOSOS.

A diminuição sérica dos níveis de TSH – hormônio tireoestimulante (hipertireoidismo sub-clinico) está associada com o aumento de mortalidade cardiovascular em idosos, e o hipertireoidismo sub-clinico foi associado com hipertrofia do ventrículo esquerdo como um fator que aponta a mortalidade cardiovascular em muitos indivíduos. O objetivo foi determinar o tempo que o hipertireoidismo sub-clinico, provoca o desenvolvimento de hipertrofia ventricular esquerda. De 3.300 individuos avaliados ficou evidente que os que apresentavam hipertireoidismo, hipotireoidismo, possível doença tireoidiana ou falta de dados ecocardiográficos foram excluídos do acompanhamento feito, resultando em apenas 1.112 individuos, sendo 556 mulheres com idade variando de 45 a 81 anos. Foi efetuada uma medição da área cardíaca através do ecocardiograma no inicio da avaliação e 5 anos de acompanhamento. A comparação entre os indivíduos que apresentavam hipertireoidismo sub-clinico e os que não apresentavam, foram ajustadas por idade, sexo, tabagismo, hipertensão arterial e circunferência da cintura. No acompanhamento, os resultados dos indivíduos com  hipertrofia ventricular esquerda não diferiu entre os indivíduos com ou sem hipertireoidismo sub-clínico. A hipertrofia ventricular esquerda estava presente em 66 indivíduos com hipertireoidismo sub-clinico e em 543 indivíduos sem hipertireoidismo sub-clínico. O que foi observado é que o hipertireoidismo sub-clinico não tem impacto sobre o desenvolvimento da hipertrofia ventricular esquerda levando a um aumento da área cardíaca.
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1. O hipertireoidimo subclinico também ocorre depressão ? 
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2.O hipretireoidismo sub clinico é semelhante ao hipotireoidismo subclinico? 
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3. O hipertireoidismo subclinico pode levar ao emagrecimento exagerado?
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Marcus Dörr, Till Ittermann,, Nicole Aumann,  Anne Obst, Thorsten Reffelmann,  Matthias Nauck,  Henri Wallaschofski,  Stephan B. Felix,  Henry Völzke  DOI: 10.1111/j.1365-2265.2010.03882.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: O HIPERTIREOIDISMO AUMENTA EM 44% O RISCO DE DERRAME EM ADULTOS JOVENS (TIREÓIDE, HIPERTIREOIDISMO, HIPOTIREOIDISMO, EUTIREOIDISMO (FUNCIONAMENTO NORMAL DA TIREÓIDE), TIREOIDITE DE HASHIMOTO, DOENÇA GRAVE), CAQUEXIA (MAGREZA EXAGERADA) E DOENÇAS CARDIOVASCULARES.

O hipertireoidismo aumenta em até 44% em adultos jovens o desenvolvimento de um derrame isquêmico (por falta de sangue), num prazo de 5 anos. A linha tênue que separa o hipertireoidismo do hipotireoidismo compromete de forma intensa nosso organismo. Nunca devemos esquecer que a tireóide é o maestro de nosso metabolismo, e que no caso de uma aceleração onde nosso metabolismo ira sair do compasso para mais acelerado como no caso do hipertireoidismo e causar doenças onde a velocidade de nosso metabolismo levara a doenças muito graves. O oposto também é verdadeiro, e fará com que a lentidão de nosso metabolismo, comprometerá a velocidade para menos, comprometendo nosso psiquismo, inteligência, raciocínio podendo chegar ao coma hipotireoidiano que fatalmente nos comprometera. Uma das características do hipertireoidismo é o consumo energético em excesso, deixando nossa Psique, fora de compasso. Portanto cada hormônio de nosso organismo tem diversas funções ou uma especifica, e é muito freqüente que devido ao aumento irregular de determinado Hormônio como por exemplo o hormônio que leva ao hipertireoidismo que como disse, faz o papel do maestro na distribuição dos hormônios como acelerador do metabolismo, fatalmente irá comprometer diversos órgãos de nosso corpo ao mesmo tempo.
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologista-Neuroendocrinologista
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1. O hipertireoidismo pode levar a arritmia cardíaca ?
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2. hipertireoidimo pode levar a perda de peso significativa?
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3. O hipertireoidismo pode levar ao desequilíbrio Psiquico?
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Referências Bibliográficas:
News Author: Pauline Anderson
CME Author: Désirée Lie, MD, MSEd
CME Released: 04/07/2010;
Author Jau-Jiuan Sheu, MD, MPH, associate professor of neurology at the School of Medicine, Taipai Medical University, Taiwan.
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